Sobre necessidades e o ‘necessário’… | 09_01_20

Essa foto me trouxe para um lugar que todos nós gostaríamos de estar. Esse lugar é sempre o “instante do ato”, onde nos damos conta da importância de nossa mudança de foco e atenção ao que realmente é primordial.
Consegui, intuitivamente falando buscar um centro “inconsciente”, mas intencional de divisão da imagem, que se situa exatamente no meio das quatro árvores em foco. Essa linha tênue é bem fina, quase imperceptível aos olhos de quem não esteja com o olhar incessantemente trabalhado em – olhar e ver! –
Essa necessidade de buscar um “centro divisor” das coisas, do tempo e do espaço e sua importância no decorrer dos desafios que nos impelem sempre à frente, foi pra mim uma experiência única que eu tenho um prazer imenso de compartilhar nesse ato!
Busquei alguns instantes nesse meu tempo de experiência nessa vida e procurei delinear que tudo o que de fato temos como relevância nessa nossa passagem por aqui é o simples fato de podermos elevarmos o pensamento de nossos Semelhantes diante das agruras e dos desafios diários que as próprias circunstâncias e o estado de alerta diário nos proporciona…

Esse olhar de onde parti para onde pude ver muito mais além, me proporcionou o quê hoje entendo como essa grande iluminação de Osho: “- A verdade não é uma crença, é uma experiência.” Os tons, a luz e que nos aponta que a “temperatura” da foto é a mesma, assim como o seu tempo de captura.
Respire fundo, como respirei ao observar os resultados, pois por mais que fosse possível se soltar a imaginação, em momento algum pude perceber o significado desse momento no próprio momento, senão pelo viés do afeto puro e simples de me perceber experimentando o que um dia “experienciei” o como seria àquele momento. No que insisto em afirmar ser “o instante do ato”, que nos remete à nossa compreensão do todo, “dos por quês”, de se estar em constante e necessário aprendizado.
O resultado é um belo pensamento sobre a “Alma” do mar…
D’Alma,
Sobre ‘ele’. E Ela e todas presentes:
É necessidade. Está no caminho do Templo.
Do Corpo.
De ambos…
Divino sem divindade.
Sem ir – sempre se esteve – sem vir sempre se retorna.
Estando-se presente, nunca se foi. Se irá. Retornarmo-emos?! Se veio. De onde?…
Amar nos sinaliza.
Amor nos indica.
‘Al_mar’ nos liberta.
“Al_ar” nós inspiramos.
“Al_ter” ego, eco, éter.
No >Aqui Agora!<…
Sempre.
Namastê,
.
. .
hds