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Indústria criativas e economia do século XXI… | 08_04_12

Segundo a Série Economia Criativa e Cultura/1: “A Economia Criativa: Um Guia Introdutório, de John Newbigin, publicado pelo British Council, 2010, pg. 16 “[…] Durante a maior parte da história da humanidade o ingrediente fundamental das economias foi o suor, ou seja, o trabalho humano. Na era industrial do último século e meio foi o dinheiro, ou seja, o capital. Agora, na era da informação do século XXI é o talento, a imaginação, a habilidade e o conhecimento, ou seja, a criatividade […] “as pessoas possuidoras de ideias são mais poderosas do que as pessoas que trabalham com as máquinas e, em muitos casos, mais poderosas do que as pessoas que são as donas das máquinas.

Estamos diante de uma “revolução” silenciosa na forma de ver e pensar o colaboracionismo no início desse século, com todos os desafios que estão incorporados em seu bojo. Hoje, diante da quase que imediata falência dos sistemas lineares de produção – consumo – matéria prima – produção – consumo, onde o planeta não pode aguentar oito ou nove bilhões de pessoas “dependendo do petróleo”, e se bem pensarmos a afirmação do Wikipedia, em um dos seus verbetes, onde sintetiza com bastante clareza: “Ao contrário da maioria dos recursos que se esgotam quando são usados, a informação e o conhecimento podem ser compartilhados e inclusive crescer ao serem aplicados”. É de nos fazer pensar e com uma certa urgência e brevidade, e – de fato – abreviarmos a percepção de que essa indústria é a grande inovação dentro do pensamento e da necessidade preeminentes de sobrevivência e sustentabilidade que não podem ser dissociadas da crescente preocupação de governos, sociedade civil e ambientalistas pelo mundo inteiro.

No seu relatório para o Reino Unido Staying Ahead, o economista Will Hutton diz que está na hora de construir uma comunidade criativa bem sucedida, a “diversidade é mais importante do que a habilidade”. “Nossa janela”, segundo alguns cientistas, já pode ter sido fechada, ou até mesmo estar em vias de… Hoje a responsabilidade com uma possível e inadiável qualidade de vida, é resultado dessa coragem, e principalmente da mudança nessa visão limitante e rasa dos que “querem mudança, mas não querem mudar.”

É sabido que o consumo crescente nas economias emergentes nos dias de hoje, já são de certa forma uma ameaça ao equilíbrio dos biomas existentes no planeta, e que regulam toda uma manutenção da vida como a conhecemos. Se continuarmos ignorando os sinais que já de longa data denunciam a perversidade latente, no que se compreende como a autorregulamentação do capital, em seu processo “antropofágico” e perverso de ter que se destruir, visando o tão amplamente propalado desenvolvimento econômico, estaremos seriamente comprometidos com essa repetição, pela simples repetição da frase mais irracional e paralisante do meado do século passado que é a de que “a miséria não acaba por que dá lucro!”

Será que teremos outro momento tão oportuno, ou mesmo se teremos uma natureza tão dócil como a que ainda se apresenta pra todos nós? Penso que não! A responsabilidade sobre a vida dos nossos descendentes, está diretamente relacionada com as escolhas do momento atual, e não nos esqueçamos de que: “o planeta não foi um legado dos nossos pais, mas sim um empréstimo dos nossos filhos”, para que pudéssemos dar continuidade a vida, preservando-a, além de compartilhando-a com todas as espécies e ambientes, além de respeitando toda e qualquer diversidade que nos envolve, desde a nossa espécie até a mais longínqua estrela.

Somos todos poeira de estrela, portanto nossos gestos se refletem e são refletidos por um universo ávido de mudanças!

Namastê.
h³dIAS

Por um justo estado das coisas... em 20 de março de 2025, retomo meu "palpitar" sobre as batidas e os pulsares do entorno, do habitat e agora também da transcendência do estado quântico da matéria ao seu estado puro e essencial de: #energia_PURA!!... áSè . . . hds — Hércules Dias

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