Hoje pude constatar os efeitos dos materiais Avatar… | 30_05_12
Temos que ser rijos como as rochas ao mesmo tempo que devemos ser maleáveis como a água que contorna os seus obstáculos sem nunca deixar de continuar o seu caminho. As situações do cotidiano, muitas das vezes nos são cruéis e nos demonstram da pior forma a dura realidade que temos que enfrentar. E é exatamente nesse momento que os materiais Avatar nos são úteis e proporcionam o melhor que podemos ter em termos de suporte para tais situações. Ao invés de irmos diretamente para o lado da vitimação, da perseguição e consequentemente da depressão, fazemos o trajeto no sentido oposto… Podemos até nos sentir um tanto quanto observadores dos acontecimentos, mas logo nossa vontade maior de ser fonte, nos arremessa à outras descobertas, ou nos faz ponderar sobre de que forma gostaríamos de solucionar tais impasses, de certa forma criados por nós em nossas matrizes mentais resistentes.
A negativa do que almejamos é um dos mais terríveis testes que podemos suportar diante da quebra das nossas expectativas. O desconforto que provém dessa dura realidade e o seu choque, poderia em tempos remotos, nos ser fatal a ponto de nos levar diretamente para a contra-euforia, ou àquele estado de que acreditamos que daqui para diante, tudo e qualquer coisa vale a pena, pois já que constatamos tudo como perdido, podemos de forma revoltosa e sem causa acusar o mundo, as pessoas, suas crenças, seu modo de ser, suas defesas, suas indagações, suas constatações e decisões como se fossem moldadas na injustiça e no engano. Isso é importantíssimo de vivenciarmos por um outro ponto de vista que é o de se dar conta de que erramos em algum momento, por algum motivo, por qualquer outra “crença transparente e resistente” que ainda não nos demos conta.
Essa percepção e noção de maleabilidade, é que demonstra o quanto as ferramentas Avatar são próprias para que nós possamos de forma honesta principalmente, revermos quantas e quantas vezes forem possíveis e necessárias, através delas as crenças que possam ser as grandes responsáveis pelo que ainda estamos experimentando e que é totalmente em desalinho com que gostaríamos ou decidimos deliberadamente vivenciar. E aí é que reside o grande pulo do gato… Em poucos minutos, que podem ser traduzidos em momentos, nós encontramos-nos mais uma vez com o nosso Ser Fonte. E essa ligação é percebida e vivida como um pacto que já não pode mais ser desfeito. É lindo podermos respirar fundo, levantar a poeira e admitir que erramos sim! E o fruto do nosso erro é que continuamos de forma inequívoca experimentando coisas e situações que a muito apenas constatamos como não mais do nosso pertencimento, mas que é fato – ainda resistentemente – existem e estão lá!
Nossa responsabilidade pessoal é novamente convocada a se apresentar e assumir que nada daquilo que vivenciamos é fruto do próprio deleite do destino, ou de qualquer outra força externa à nós mesmos. Nada está desconectado, a não ser que nós desconectemos, e aí, constatar esse efeitos dos materiais Avatar é redentor.
Namastê,
Avatar h³dIAS
