Ser e estar feliz não é um estado permanente, mas pode ser um estado de escolha sempre presente… | 21_02_14
A consciência e a responsabilidade das escolhas, passa se não sempre, mas durante boa parte da nossa vida pela liberdade da percepção interior de que o outro, não possui, e ainda bem que ‘não possui’ as condições de nos satisfazer… Quando introjetamos e vivenciamos isso de forma honesta e sincera conosco, lidamos com os limites da satisfação e da autonomia de tê-la.
O outro pode e deve estar sempre presente na nossa vida e no nosso prazer de viver, mas a nossa satisfação é um discurso íntimo e portanto requer uma compreensão de um mundo que comporta outros tantos mundos e está energeticamente falando limitado ao nosso ego. Que não deve ser maior, nem menor, mas apenas sentido como um diferencial e não uma diferença.
Eu me satisfaço com as minhas escolhas e elas são presentes e estão nele. A felicidade pode, deve e sempre será partilhada com o(s) outro(s), mas o convite para esse compartilhar, somente será de todo sincero e permanente se for imbuído da nossa felicidade sincera de simplesmente estarmos vivos.
O amor, assim como a amizade, somente poderão florescer em um coração que possua o seu terreno fértil voltado para a incondicionalidade de se querer, estar, e compartilhar o estado presente e impermanente, porém imanente de ter e poder fazer por si, pelo simples fato e constatação de se estar e ser feliz.
Namastê,Avatar h²dIAS