Atravessando os labirintos do Ser em busca de Si e a procura do Todo… | 13_05_14
De ontem pra hoje, me deparei com as condições mais adversas do interior do meu Ser… E como simples dado de dura, nua e crua realidade, pude rever muitas questões e principalmente,

(foto tirada na Galeria Amparo 60 – Recife, abril de 2014)
perceber a estreita relação entre a vida e a eterna “dança das cadeiras” oriundas dos atos e/atitudes do inconsciente.
Pouco me surpreendi com o que a memória antiga e mais recente nos fornece. Pouco pude acreditar no que por ser por
demais tão óbvio, meu intelecto, “filtro deficiente” das minhas emoções, me falhou quando eu mais precisava, enganando-me. E foi quanto me dei conta de que somos seres 1000% intuitivos e por mero desconhecimento e por vezes negação de Si mesmos, ignoramos esse valioso e inestimável dado, proveniente de nossas entranhas e que nos fazem o que somos: diferentes das outras
espécies, não insubstituíveis, importantes apenas e somente isso.
Me custou a rápida alternância do olhar de um ponto fixo, de um ponto de vista apenas para outro… E foi suficiente para que eu,
na minha sensibilidade de artista, percebesse o que eu havia feito e como esse registro; que nada teve com o acaso,
fosse possível, servindo assim como resposta para uma das coisas mais indeléveis da vida que são os nossos sentimentos.
Sofri então ao me dar conta de que nem sempre nossa fala é consubstancialmente verdadeira com o nosso sentir…
Ontem e hoje para mim foram apenas o início de tantos outros dias que nos quais estarei “atravessando a noite escura da alma…” http://youtu.be/iXuHaQOHq1U , um processo que pode acontecer a qualquer momento na vida de uma pessoa e é nesse duro
ritual de passagem que, se pudéssemos estar plenamente conscientes, haveríamos de agradecer, mas como nossa visão é na grande maioria das vezes embotada, e por vezes nos cega e mal conseguimos ver um palmo à diante do nosso nariz… Pois é assim a sensação ampliada de se atravessar a noite escura da alma em um século de sensação como se o tempo fosse um dado concreto, palpável e portanto tangível.
A força que estou sentindo nesse exato momento, após ter experimentado um estado verdadeiro de resiliência que me levou,
da simples constatação de que eu nada poderia fazer ou ter feito, pois os processos da vida são por si só imensuráveis à nossa vã compreensão e limitações inerentes da própria condição humana de se estar vivo e da necessidade do aprendizado. Os que consegui em termos de constatação do >Aqui Agora!< Foram os efeitos das ferramentas Avatar http://www.avatarintro.com/pt/experimente-em-primeira-mao-o-poder-do-avatar.html , onde se não fossem elas, creio que nesse exato momento, eu não
estaria constatando o final de uma grande e torrencial quantidade de chuva, como um dado concreto da capacidade de resiliência e a certeza de que tudo muda a qualquer momento e independente de nossa compreensão, é assim que é e é assim que sempre será! Interessante…
Fico absorto em meus pensamentos, mas não mais de dor e sofrimento com o ocorrido, mas sim pela imensa capacidade de percepção e abrangência de entendimento que sinto nesse momento diante do meu Eu Superior e diante da vida. Somente posso ser grato e imensamente agradecido a tudo isso que está me ocorrendo, conseguindo olhar com os olhos de ver muito mais longe, como o olhar de uma águia que observa o seu entorno, exuberantemente falando.
Então me dou conta dessa aparentemente ingênua, mas altamente ardilosa brincadeira da dança das cadeiras, onde posso entender o verdadeiro significa de se estar diante da insegurança como fator de real aprendizado com a mudança, pois a vida, que sempre afirmei: – não possui Certificado de Garantia! Ontem mesmo eu estava um tanto quanto reticente ao conversar com uma amiga, sobre essas questões tão corriqueiras e ao mesmo tempo importantíssimas da nossa caminhada pela vida.
Ontem mesmo eu estava diante da fala um tanto quanto desconectada do sentimento e da vivenciação de que nossas escolhas, pressupõem total responsabilidade e “como culpar o vento pela desordem feita, se fui eu que esqueci as janelas abertas” e por isso mesmo, é irrefutável que eu assuma os meus 100% de responsabilidade nos acontecimentos da minha vida. Pois somente assim, talvez um belo dia eu possa perceber que nada do que ocorreu e/ou está ocorrendo, como nesse instante mesmo, aumenta substancialmente a chuva é de toda e total responsabilidade do acaso!
Experimentamos aquilo que experienciamos – SEMPRE!
O que é necessário ao nosso trânsito nessa maravilhosa aventura que resumidamente denominamos de vida é – principalmente – que tenhamos coragem! E é essa coragem que nos confronta em determinado momento com as coisas que precisamos irrefutavelmente aprender. Por isso e pela ampliação da minha percepção/intuição, é que sou incondicionalmente grato ao meu destino, sabendo que essa gratidão é verdadeira e deve ser sempre um estado de vigília às tentativas de sublevação que nosso ego e nossa mente que mente procuram nos impingir.
Sou profundamente e milhares e milhares de vezes grato à toda a minha ancestralidade e todos, indistintamente todos, que por vários e diferentes motivos, cruzei e/ou que cruzaram o meu caminho…
Nessa eterna e maravilhosa dança das cadeiras, oriunda bem lá do início de tudo… Na formação de tudo, pois Somos poeira das estrelas!
Namastê