Querer é estar em um feliz estado… | 12_01_20

O que está sentido e pensado – está dito!!…-
É absolutamente compreensivo e inteligível por cada um de nós os bons fluidos, as boas vibrações e tudo o mais que a nossa “mente que mente”, nos faz transitar em nossa experiência única pelo também nosso cotidiano.
Os pensamentos densos, que nos transbordam dores e sofrimentos, também nos são ofertados por essa mesma mente, como se parte fosse de algo distante e ou que ao menos buscamos nos distanciar…
Precisamos obter ajuda e praticarmos o tempo todo e o exercício interno da mudança, pois a nossa tendência à inércia, assim como à nossa arrogância em cultivarmos a crença de que tudo é passível de ser mudado e ou alterado por nossa vontade e deliberação, acaba por sempre nos inebriar.
É fato que sempre que nos ocupamos com a nossa mente, no sentido de buscar a incessante crença de que somos seres felizes e podemos e devemos, antes de tudo, agradecer sempre – e muito – aos nossos Guias espirituais, por cada dia, minuto e segundo de aprendizado nesse instante vivido.
Esse meio termo e percurso entre o que nos é permitido e o que realmente podemos mudar, está diretamente relacionado com a nossa capacidade de aceitação. E ela só nos é acessível quando aprendemos e exercitamos à mesma como parte e necessidade de nosso constante aprendizado…
Como certo e intransferível, ele o é!
Só assim a nossa tão almejada “paz de espírito” nos é ofertada e podemos enfim alcançá-la. O pensamento que tempos passados nos atormentava – inexiste – e cessa.
Diante desse empoderamento sobre o âmago dos processos terrenos, só aí podemos então de mente vazia e coração apaziguado afirmar: – O que está sentido e pensado – está dito!!…-
Não há o que se duvidar dessa constatação, pois percebemos o quanto tudo está entrelaçado e envolvido e nós somos parte inseparável de tudo isso!…
“Todos Pensam de Forma Diferente, e Muitas Vezes Efémera.
Cada indivíduo vê o mundo – e o que este tem de acabado, de regular, de complexo e de perfeito – como se se tratasse apenas de um elemento da Natureza a partir do qual tivesse que constituir um outro mundo, particular, adaptado às suas necessidades. Os homens mais capazes tomam-no sem hesitações e procuram na medida do possível comportar-se de acordo com ele. Há outros que não se conseguem decidir e que ficam parados a olhar para ele. E há ainda os que chegam ao ponto de duvidar da existência do mundo.
Se alguém se sentisse tocado por esta verdade fundamental, nunca mais entraria em disputas e passaria a considerar, quer as representações que os outros possam fazer das coisas, quer a sua, como meros fenômenos. Porque de fato verificamos quase todos os dias que aquilo que um indivíduo consegue pensar com toda a facilidade pode ser impossível de pensar para um outro. E não apenas em relação a questões que tivessem uma qualquer influência no bem estar ou no sofrimento das pessoas, mas também a propósito de assuntos que nos são totalmente indiferentes.”
Johann Wolfgang von Goethe, in ‘Máximas e Reflexões’